6 de julho de 2010

Melhor jogador do Mundo de 1950 a 2010 - FIFA

2010-

2009, Lionel Messi (Argentina) – Campeão Mundial de Clubes FIFA, Campeão da Liga dos Campeões da UEFA, Espanhol, Supercopa da Espanha, Copa do Rei e Super Copa da UEFA pelo Barcelona. Artilheiro da Liga dos Campeões da UEFA. Melhor jogador do mundo pela FIFA, melhor jogador da UEFA, melhor jogador do Mundial de Clubes FIFA e melhor jogador da Europa pelo Ballon’dor.

2008, Cristiano Ronaldo (Portugal) - Campeão Mundial de Clubes FIFA, da Liga dos Campeões da Europa, do campeonato inglês e da Supertaça inglesa com o Manchester United, sendo o artilheiro no campeonato inglês e na Liga dos Campeões da Europa. Melhor jogador do mundo pela FIFA, além de melhor da Europa pela Onze de Oro.

2007, Kaká (Brasil) – Campeão Mundial de Clubes FIFA, da Liga dos Campeões da Europa e da Supercopa Européia com o Milan e melhor jogador nas 3 competições, e artilheiro da Liga dos Campeões da UEFA. Melhor jogador do mundo pela FIFA e World Soccer, além de melhor da Europa pela France Football e Onze de Oro.

2006, Fabio Cannavaro (Itália) – Campeão do Mundo com a Itália e melhor jogador da Copa, campeão espanhol com o Real Madrid e eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA.

2005, Ronaldinho Gaúcho (Brasil) – Campeão da Copa das Confederações com o Brasil, da Liga dos Campeões da UEFA, espanhol e da Supercopa da Espanha com o Barcelona. Prêmios de melhor jogador do mundo pela FIFA e World Soccer, além de melhor da Europa pela France Football, Ballon’dor e Onze de Oro, além de melhor jogador da Liga da UEFA.

2004, Ronaldinho Gaúcho (Brasil) – Campeão espanhol pelo Barcelona. Melhor jogador do mundo pela FIFA e World Soccer, além de melhor jogador da Liga dos Campeões da UEFA.

2003, Zinédine Zidane (França) – Campeão espanhol e da Supercopa da Espanha com o Real Madrid, melhor do mundo pela FIFA e seleção de jogadores da UEFA.

2002, Ronaldo (Brasil) – Campeão da Copa do Mundo com o Brasil e do Mundial Interclubes com o Real Madrid, além de artilheiro da Copa. Melhor jogador do Mundo pela FIFA e World Soccer, além de melhor jogador da Europa pela Onze de Oro e Bola de Ouro pela France Football.

2001, Luis Figo (Portugal) – Campeão da Liga dos Campeões da UEFA, espanhol e Supercopa da Espanha com o Real Madrid. Melhor jogador do mundo pela FIFA.

2000, Zinédine Zidane (França) – Campeão da Eurocopa com a França e melhor jogador da competição, além de melhor do mundo FIFA e melhor da Europa pela Onze de Oro.

1999, Rivaldo (Brasil) – Campeão da Copa América e artilheiro com o Brasil e campeão espanhol com o Barcelona. Melhor jogador do mundo FIFA e melhor da Europa pela Onze de Oro e Ballon’Dor.

1998, Zinédine Zidane (França) – Campeão da Copa do Mundo com a França e do campeonato italiano com a Juventus. Melhor jogador do mundo pela FIFA e World Soccer, além de melhor jogador da Europa pela France Football e Onze de Oro.

1997, Ronaldo (Brasil) – Campeão da Copa América e da Copa das Confederações com o Brasil e campeão da Copa da Espanha e Recopa Européia com o Barcelona, além de ser o artilheiro do campeonato espanhol. Melhor do mundo pela FIFA, World Soccer e Onze de Oro, além de receber a Bola de Ouro bela France Football e a chuteira de ouro como artilheiro da Europa.

1996, Ronaldo (Brasil) – Campeão da Copa dos Países Baixos com o PSV e da Supercopa da Espanha com o Barcelona. Recebeu o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA e pela World Soccer.

1995, George Weah (Libéria) – Campeão italiano pelo Milan e melhor jogador do mundo pela FIFA, além de receber os prêmios Ballon’dor e de futebolista africano do ano pela CAF.

1994, Romário (Brasil) – Campeão Mundial pelo Brasil na Copa do Mundo 1994, foi eleito o melhor jogador da Copa e melhor jogador do mundo pela FIFA. Além de campeão espanhol e artilheiro pelo Barcelona.

1993, Roberto Baggio (Itália) – Campeão da Copa da UEFA pela Juventus de Turim e eleito o jogador do ano pela FIFA, além de melhor jogador europeu.

1992, Marco Van Basten (Holanda) – Campeão italiano e da Supercopa da Itália pelo Milan, foi eleito o jogador do ano pela FIFA, World Soccer, UEFA e Ballon’dor.
1991, Lothar Matthaus (Alemanha) – Campeão da UEFA pela Inter de Milão e eleito melhor jogador do mundo pela FIFA.


1990, Lothar Matthaus – Camisa 10 e capitão da Alemanha, liderou seu país na campanha do tricampeonato mundial na Copa da Itália, sendo eleito o 2º melhor jogador da competição. Ganhou ainda os prêmios da Bola de Ouro, Onze de Ouro e World Soccer.

1989, Marco Van Basten – Campeão Europeu, da Supercopa da Europa e Mundial Interclubes com o Milan, sendo o artilheiro do campeonato europeu. Ganhou o prêmio de jogador do ano pela Ballon’dor e pela IFFHS.

1988, Marco Van Basten – Destaque da Holanda na conquista da Eurocopa sendo o artilheiro, foi também campeão italiano e da Supercopa da Itália com o Milan. Ganhou prêmios de melhor do mundo pela IFFHS, World Soccer e Onze D’or, além da Bola de Ouro por ser o melhor jogador europeu, e 1º lugar da Ballon’dor

1987, Diego Maradona – Liderou o Napoli nas conquistas do campeonato italiano e da Copa da Itália, recebendo o prêmio de melhor jogador do mundo pela Onze Mondial.

1986, Diego Maradona – O nome da Copa do Mundo do México. Maradona praticamente ganhou o Mundial sozinho, e fez um golaço espetacular nas quartas-de-final contra a Inglaterra (sem falar no histórico gol de mão)

1985, Michel Platini – Ganhou a antiga Copa dos Campeões da Europa (hoje Liga dos Campeões) e o Mundial de Clubes com o Juventus. E ainda levou para casa a Bola de Ouro da ‘France Football’

1984, Michel Platini – O camisa 10 brilhou na conquista da Eurocopa com a seleção francesa. E conquistou merecidamente a Bola de Ouro da ‘France Football’. Abocanhou também a Recopa Européia com a Juventus.

1983, Renato Gaúho – Principal peça do Grêmio na conquista da Libertadores e do Mundial Interclubes. Foi artilheiro da Libertadores daquele ano e eleito o melhor jogador da final do Mundial contra o Liverpool.

1982, Paolo Rossi – Foi carrasco do Brasil e artilheiro da Copa do Mundo da Espanha na campanha do tricampeonato mundial da Itália. E ainda ganhou a Bola de Ouro da ‘France Football’. Levantou ainda a taça de campeão italiano pela Juventus de Turim.

1981, Zico – O Galinho de Quintino brilhou na conquista da Libertadores pelo Flamengo, e deixou os ingleses do Liverpool completamente perdidos na final do Mundial Interclubes. Foi eleito o Jogador Sul-Americano do Ano pelo jornal venezuelano ‘El Mundo’, além de campeão Brasileiro do mesmo ano.

1980, Karl-Heinz Rummenigge – O craque alemão se destacou na conquista da Eurocopa, e também ganhou a Bola de Ouro da ‘France Football’, além de ser campeão alemão com o Bayer de Munique e artilheiro do campeonato.

1979, Diego Maradona – Aos 18 anos, o futuro craque deu uma prévia do seu talento ao conquistar com a Argentina o título mundial de juniores, sendo escolhido o melhor da competição. Foi eleito também o Jogador Sul-Americano do Ano pelo ‘El Mundo’, além de artilheiro do campeonato argentino.

1978, Mario Kempes – O atacante argentino levou seu país à conquista da Copa do Mundo, diante dos seus torcedores. E foi escolhido o craque da América do Sul pelo ‘El Mundo’, além de artilheiro da Copa do Mundo e campeão da Copa da Espanha com o Valência.

1977, Kevin Keegan – O craque do Liverpool brilhou na conquista da antiga Copa dos Campeões da Europa, além do campeonato inglês. 2º lugar no prêmio Ballon’dor, sendo o segundo melhor jogador europeu do ano.

1976, Franz Beckenbauer – Estava difícil segurar o Kaiser naquela época. O craque alemão foi campeão europeu pelo terceiro ano seguido com o Bayern de Munique, além de campeão Mundial Interclubes. Não levou a Eurocopa (a antiga Tchecoslováquia ganhou da Alemanha na final), mas ganhou a Bola de Ouro da ‘France Futebol’

1975, Ricardo Bochini – Um dos maiores craques da história do futebol argentino, levou o Independiente a conquista do quarto título seguido da Taça Libertadores da América.

1974, Franz Beckenbauer – Foi campeão do Mundo com a Alemanha, europeu e alemão com o Bayer de Munique. Eleito o 2º melhor jogador da Copa.

1973, Johan Cruijff – Não precisa explicar muito: o Ajax foi campeão europeu pelo terceiro ano consecutivo, além de campeão holandês e da Supercopa Européia. O Ajax se recusou a disputar a final do Mundial Interclubes daquele ano. Ganhou o prêmio Ballon’dor como melhor jogador europeu.

1972, Franz Becknbauer – Foi campeão alemão de futebol e comandou a seleção alemã na conquista da Eurocopa daquele ano. Foi eleito também o melhor jogador europeu, ganhando o prêmio Ballon’dor

1971, Johan Cruijff – O gênio holandês levou o Ajax à conquista da Copa dos Campeões da Europa, iniciando a hegemonia da equipe, que iria vencer outras duas vezes em seqüência , além da Copa dos Países Baixos.

1970, Pelé – O Rei do Futebol encantou o mundo na campanha do tricampeonato mundial do Brasil. Na sua despedida dos Mundiais, deu um show, liderando uma seleção de sonhos nos gramados mexicanos. Foi eleito a personalidade esportiva do ano no mundo.

1969, Pelé – Um ano antes do tri no México, o eterno camisa 10 do Brasil chegou à marca histórica de mil gols, aos 29 anos. Fez 68 gols naquele ano, Campeão das Eliminatórias da Copa com o Brasil e campeão Paulista com o Santos.

1968, Pelé – Naquele ano o rei foi campeão Paulista, do Roberto Gomes Pedrosa e da Recopa Sulamericana e Intercontinental com o Santos. Anotou 59 gols. Foi artilheiro da Copa América com o Brasil e do campeonato Paulista.

1967, Ademir da Guia – O meia faturou a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa com o Palmeiras naquele ano, que eram os campeonatos nacionais da época, sendo considerado o maestro daquele time que era chamado de Academia de futebol. Venceu a disputa de melhor jogador do ano contra o húngaro Florian Albert, que conquistou o campeonato húngaro e a Copa da UEFA de clubes.

1966, Bobby Charlton – O meia-atacante inglês liderou seu país na conquista da Copa do Mundo, sendo eleito o melhor jogador da competição. Ganhou no fim do ano a Bola de Ouro da revista ‘France Football’

1965, Eusébio – Apesar de ter perdido a final da Copa dos Campeões com o Benfica, o craque português foi o craque da competição, com nove gols, e terminou o ano premiado com a Bola de Ouro da ‘France Football’, como melhor jogador europeu da temporada. Foi campeão português e da Pequena Taça do Mundo com o Benfica naquele ano, além de artilheiro do campeonato de Portugal.

1964, Luis Suárez – O camisa 10 da Espanha conseguiu um feito raro: foi campeão da Europa com a Fúria, e ganhou a antiga Copa dos Campeões da Europa e o Mundial Interclubes com a Inter de Milão

1963, Pelé – Aos 23 anos, o Rei do Futebol foi bicampeão da Libertadores e bi Mundial com o Santos, tri da Taça Brasil e de ter sido artilheiro do campeonato Paulista.

1962, Garrincha – O Anjo das Pernas Tortas fez de tudo nos gramados chilenos: marcou de cabeça, de falta, de esquerda e, claro, de pé direito. Fora o baile. Foi o principal responsável pelo bicampeonato mundial do Brasil, além de ter conquistado o campeonato Carioca com o Botafogo, marcando 2 gols na final.

1961, Pelé – O Atleta do Século marcou nada menos do que 111 gols naquele ano, incluindo o famoso ‘Gol de Placa’ no Maracanã, quando driblou meio time do Fluminense antes de tocar na saída do goleiro Castilho. Só no Campeonato Paulista, foram 47 gols do Rei. Naquele ano, o Santos de Pelé levantou a primeira das cinco Taças Brasil que ganharia em seqüência, além do campeonato Paulista.

1960, Ferenc Puskas – O maior craque da história do futebol húngaro brilhou com três gols (junto com Alfredo Di Stéfano) na vitória do Real Madrid por 7 a 3 sobre o Eintracht Frankfurt, que valeu o pentacampeonato da Copa dos Campeões da Europa ao time espanhol

1959, Alfredo Di Stéfano – Não por acaso é considerado por muitos o maior jogador que a Europa já conheceu, e um dos poucos a rivalizar com Pelé em prestígio. Mais uma vez brilhou na conquista do quarto título europeu do Real Madrid. Di Stéfano também ganhou naquele ano sua segunda Bola de Ouro da ‘France Football’, além da artilharia do campeonato espanhol.

1958, Pelé – Fez uma grande Copa do Mundo 1958, marcando 3 gols na semi-final e 2 gols na final. Além disso foi campeão Paulista com o Santos, marcando 56 gols naquele campeonato.

1957, Alfredo Di Stéfano – Símbolo maior do grande Real Madrid das décadas de 50 e 60, o craque argentino, depois naturalizado espanhol, recebeu pela primeira vez a Bola de Ouro da ‘France Football’, especialmente por suas atuações na campanha do bicampeonato merengue da antiga Copa dos Campeões da Europa. Foi também campeão espanhol daquele ano e artilheiro da competição.

1956, Lev Yashin – O místico goleiro, apelidado de Aranha Negra por se vestir todo de preto, foi o destaque da campanha do ouro olímpico da União Soviética nos Jogos de Melbourne

1955, Alfredo Di Stéfano – Foi campeão espanhol pelo Real Madrid. No segundo semestre, o time merengue deu início à campanha que terminaria com o título da primeira edição da Copa dos Campeões, já em 1956

1954, Fritz Walter – O primeiro Kaiser. O jogador do Kaiserslautern comandou a seleção da Alemanha na conquista do primeiro título mundial, na Copa da Suíça, desbancando a poderosa Hungria de Puskas na decisão

1953, Ferenc Puskas – Naquele ano, a seleção húngara assombrou a Europa ao vencer a Inglaterra por 6 a 3 em Wembley. Foi a primeira derrota do English Team para uma seleção não britânica no histórico estádio londrino. Foi artilheiro do campeonato húngaro e goleador do ano pela seleção da Hungria.

1952, Ferenc Puskas – O craque do Honved, lendário time húngaro da década de 50, liderou sua seleção na conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas de Helsinque, além do campeonato nacional húngaro.

1951, Jair da Rosa Pinto – O astro comandou o Palmeiras na conquista do 1º campeonato Mundial Interclubes em 1951, diante da Juventus de Turim. É tido como um dos maiores meias da história do futebol mundial de todos os tempos.

1950, Obdulio Varela – Capitão e grande líder da seleção do Uruguai na conquista do título mundial de 1950, no Brasil. Teve atuação de destaque no histórico Maracanazo, como ficou conhecida a vitória de virada da Celeste Olímpica sobre a

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário